sábado, 17 de junho de 2017

REVISTA G MAGAZINE 139 - RICARDO VILLANI

ALUNO DOS SONHOS DO PROFESSOR AUGUSTO

Augusto era um professor de uma universidade, era um senhor de bastante idade, com cabelos grisalhos, pele enrugada, baixo e magro, ele era um homem solteiro, solitário, de uma certa maneira reservado e erudito, tinha predileção por homens, mas não qualquer homem, apenas rapazes bem jovens e com corpo bastante atlético era capaz de mexer com seus desejos mais enrustidos, além Augusto disto tinha uma tara por pés masculinos de rapazes com um perfil atlético.
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O velho vivia uma vida relativamente pacata, durante a semana dava aulas em uma universidade e no tempo livre mantinha-se relativamente recluso sem se interessar ou procurar algo fora do comum, no entanto um dia as coisas mudam quando começa a ministrar uma nova turma onde um aluno, um garotão jovem e malhado (Ver exp. Foto) seria um dos novos alunos de temporada em uma das matérias apresentadas pelo professor Augusto.
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Este aluno que havia chamado a atenção do senhor de idade seria Flávio, um rapaz jovem com cerca de 20 anos e aproximadamente 1,90 de altura, bastante atlético e robusto, de cabelos compridos e muito boa aparência. Logo no primeiro dia da aula o garotão chama atenção do sr. Augusto, além disto o rapaz jovem teria ido com sandálias Havaianas Action(Ver foto) no pé, deixando o pé numero 43 e os dedos bem expostos.
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O perfil do rapaz mexe com o senhor idoso, fazendo-o ter calafrios, respirar fundo e contrair seu anus por duas vezes ao ver o garotão malhado e seus pés caminharem até uma das carteiras. Neste instante o sr. Augusto tenta esquivar seu desejo, Flávio não percebe que o professor idoso seria um homossexual que estaria disposto a quase tudo para possuir seu corpo jovem e atlético.
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Augusto começa a ministrar sua aula, mantendo sua compostura e evitando ao máximo reparar e admirar o jovem rapaz com seus atributo físicos, ainda sim não resistia em observar e admirar o rosto jovial do rapaz e a cruzada das pernas que o rapaz fazia de maneira não proposital despertando os desejos de Augusto que tenta se concentrar em passar a matéria aos alunos.
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Ao final da aula os alunos se retiram, Flávio ainda não tem a menor ideia do desejo que despertara em um senhor culto e enrustido, na saída da sala o velho repara o rapaz, com um certo desejo misturado a uma paixão que não seria correspondida, Augusto sabia que pela sua idade seria ilusão almejar um rapaz que mau conhece. Neste momento vê o rapaz de costas se retirando da sala de aula sala de aula, no entanto um dos amigos mais pessoais de Augusto repara e observa a cena.
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Manoel também era professor e amigo pessoal de Augusto, Manoel não era homossexual mas sabia que seu amigo era. Manuel observa seu amigo desejar um dos alunos indo embora, então em um momento mais reservado decide se aproximar para conversar amigavelmente sobre aquela situação, pois percebe-se claramente que o senhor de idade estaria atraído ou apaixonado por um dos alunos da turma, Manoel também sabia que o senhor idoso era solteiro e solitário e que somente rapazes com perfil de Flávio do agrado de Augusto.
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Em uma conversa amigável e bastante franca Manoel sugere a Augusto tirar umas férias e quem sabe contratar um garoto de programa para se divertir. Augusto se espanta com a sugestão de seu amigo, desconcertado com sua vida pessoal e intima Augusto responde que não teria idade para isto e que seria ridículo pagar um homem para atender a suas carências, ao final da conversa Manoel entrega a Augusto um cartão sem mostrar do que se trata, Augusto guarda o cartão sem perceber que seria um site com acompanhantes masculinos e femininos de alto nível.
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No dia seguinte pela manhã Augusto vai a biblioteca separar um material para sua aula, por coincidência Flávio também aparece no local e encontra-se com seu professor cumprimentando-o naturalmente com um sorriso e pedindo ajuda para indicar alguns livros para o conteúdo da aula. Augusto tem novamente um frio na espinha com a apresentação do rapaz, nota obviamente que o rapaz estaria com aquela sandália nos pés bonitos, Augusto corresponde ao cumprimento de Flávio tentando não transparecer seu nervosismo e ansiedade que tinha por desejar o corpo físico de Flávio.
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Ao pedir indicação de material o Sr. Augusto se recompõem do primeiro impacto de receber o rapaz naquele segundo dia e evita ao máximo transparecer seu desejo oferecendo de maneira formal e cordial para ajudar ao rapaz encontrar o material que precisava, indo junto a ele em um dos corredores dos armários e apontando os livros que estariam em estantes altas, mais altas que os 1,90 de altura do rapaz. Flávio pega uma escada próxima para poder subir e Augusto aguarda ao lado indicando onde poderia encontrar o material desejado.
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Quando Flávio sobe as escadas, as pernas e o pé do rapaz ficam praticamente na altura do rosto do senhor idosos que pelo seu fetiche no pé engole a saliva ao ver aqueles dedos compridos e juntos na sandália em quanto o rapaz seleciona os livros sem perceber a tara do seu professor em seu pé. Augusto não resistindo acaba titubeando e apoiando uma das mãos na coxa do rapaz e a outra sobre o pé, mantendo a mão tremula parada e arrumando uma desculpa, dizendo ao rapaz para ter cuidado e não cair, pois a escada seria bamba.
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Flávio naturalmente termina de pegar os livros e descer da escada, mesmo com tudo isto não percebe os desejos do senhor idoso. Flávio agradece ao professor e se retira caminhando de costas em quanto o velho babão repara apaixonado o rapaz caminhando e indo embora, ao final vê o rapaz saindo da biblioteca de braços dados com uma moça loira, possivelmente sua namorada, frustrando os desejos e ilusões que tinha sobre Flávio, neste momento o senhor idoso se lembra do cartão que seu amigo havia indicado e toma a decisão que iria providenciar para aquela noite um garoto de programa para ir a seu apartamento.

PAUZUDO ARROMBA E GOZA DENTRO DO NOVINHO ATÉ ESCORRER

CONTOS GAY - NA SALA DO MEU PROFESSOR

Eu achando que tinha me dado bem nas provas ate que uma nota acabou me deixando decepcionado. Era um 0,1 que acabou me deixando muito triste. O professor mandou um e-mail dizendo que quem quisesse olhar a prova, poderia passar na sala dele a tarde para ver. Mas a minha era a unica abaixo da media, e eu duvidava que algum dos meus colegas iriam se dar ao trabalho de ir ate la.
No horario proposta, apareci na sala do professor, mas ele nao estava la ainda. Fiquei uns 10 minutos esperando e eis que ele aparece. Ele ja era um 40tao, mas que de uns anos para ca comecou a malhar e ficar com um corpo mais marcado. Eu sabia que ele tinha se divorciado a pouco e que ele andava um pouco triste com a situacao. Eu reparava nele com um pouco de desejo mas nunca imaginei que algo iria acontecer. Quando ele me viu, ele logo disse:
- Sabia que voce viria. Entre na minha sala e vamos conversar um pouco.
Eu so queria entender a minha nota baixa, estava quase comecando a chorar pra ele.
- Voce sempre foi um otimo aluno. Sempre reparei no seu potencial. - ele disse.
Nao tava entendendo muito aquela conversa dele, mas continuei a ouvir.
- Voce é uma pessoa bem especial. Fico pensando no futuro que você terá.
- Mas professor, eu tirei 0,1 na sua prova. O que você está falando?
- Tirou nada, olha aqui 9,4! - Disse ele tirando a prova da gaveta dele.
Na hora que eu vi a nota, nao pensei duas vezes e o abracei bem forte. Mas as maos dele se direcionaram para a minha bunda. Apesar de nao entender o que estava acontecendo, eu entao disse:
- Nossa professor, que susto. O senhor deve ter errado na hora de colocar minha nota entao.
- Errei, mas de proposito. Eu tava querendo um tempo a sos com voce.
Na hora eu entendi qual era a dele. 
- Ah [e? E posso saber por que?
- Voce é alto, bonito, gosta das minhas aulas. Não tenho como não querer um tempo a sós com você.
Não pensei duas vezes. Taquei um beijo nele.
Mas ele não queria beijo. Ele logo foi me virando e abaixando minhas calças. Ele tava louquinho pela minha bunda.
Ele foi logo abaixando e chupando meu cuzinho. Tava dificil não gemer. Alguém poderia ouvir e acabar dando ruim pra nós dois.
Ele pegou uma camisinha e foi logo enfiando em mim. Apoio uma perna na mesa pra deixar bem abertinho pra ele e ele foi logo metendo em mim.
Bombava no meu cu muito gostoso. Ele disse que ia gozar logo pra gente não dar muita trela que estavamos fazendo algo. Mas que um dia queria me comer em todas as posições possíveis.
Assim que ele terminou, fiquei com uma vergonha enorme. Só coloquei minha roupa, dei um tchau simples e virei as costas pra ele.
O que será que esse professor terá de bom pra mim na próxima?

NEGÃO DA PIROCA GOZANDO

CONTOS GAY - MAMADA NA VIAGEM DE ONIBUS

Tenho 25 anos, mineirinho, moreno, alto, pau de 20 cm grosso. Costumo viajar para uma cidade próxima à trabalho. Numas dessas idas, eu vi um garoto aparentemente com uns 19 anos baixinho e magrinho sentado na rodoviária também esperando ônibus. O meu ônibus chega e pra minha sorte ele também ia no mesmo e estava bem vazio. Ele senta primeiro numa poltrona no meio e eu na fileira ao lado. Reclino a poltrona fico confortável me preparando para dormir, mas com o balanço do busao e o moleque bem próximo de mim, meu pau logo logo tava durão imaginando putaria, eu que estava com uma calça apertada, ficava bem marcado. Percebi leves olhadas de canto de olho do moleque pro meu volume, comecei a dar umas apertadas gostosas no pau por cima da calça e ele que antes olhava tímido passa a olhar mais discarado, eu começo a encara-lo agora sem vergonha acariciando o meu pau, ele faz um sinal perguntando se pode vir sentar ao meu lado, eu confirmo com a cabeça. Ele senta e ja vai passando a mão na minha rola, ele mesmo já desabotoa minha calça e abre o zíper. Puxo a cueca e tiro a rola para fora, ele hipnotizado: -"Caralho, que pauzao"- segura na base do meu cacete, o põe na boca e começa a mamar, achei que por ele ser pequeno não ia aguentar muita coisa e pouco a pouco com o balanço do ônibus ele enfia cada vez mais até chegar na garganta, eu querendo gemer mas me controlando falava baixinho: "Engole essa pica, vai"; "mama esse cacete". Minha mão descia as suas costas e enfio dentro da calça e encontro seu cuzinho lisinho , tiro de lá molho meu dedo com saliva e volto agora o dedando, ele tira o pau da boca da uma gemida e volta a mamar agora com mais vontade. Ele chupava com maestria tirava o pau da boca e dava batidas na cara, lambia toda a extensão do pau até chegar no saco, poe uma bola depois a outra na boca, sem parar de me punhetar, Quase explodindo, anuncio que vou gozar e ele imediatamente volta a chupar meu pau: "Isso, segura meu saco e chupa assim vai", ele enfia novamente na garganta e aí eu não aguento e meu pau lateja freneticamente despejando todo o leite garganta a baixo no moleque, ele não para de chupar até deixar meu pau limpinho. Que mamada! Ele me agradece e volta para cadeira dele. Volto a tentar dormir e entre dormidas e acordadas vejo o moleque descendo numa cidadezinha antes da minha. Relaxado, durmo o restante da viagem.

Foto 1 do Conto erotico: Mamada na viagem de ônibus

COMO É GRANDE SEU JAIR

DANDO DE QUATRO

LIBERANDO O CACETE MOSTRO E PUNHETANDO ATÉ GOZAR

PAUZÃO GROSSO GOZANDO MUITO

PAUZUDO MASSAGENDO O CARALHO NUMA PUNHETA

PUNHETA COM UM CARA DE SAMPA

CONTOS GAY - TIO SAFADO

Olá leitores, venho aqui contar como foi que meu tio me pegou de jeito. 
Só relembrando que meus contos são verídicos. 
Sou moreno tenho 1,70 cm, olhos castanhos claros corpo forte sem ser malhado e super discreto. 
Foi numa tarde de domingo. Após o almoço em família na casa da minha avó. À maioria das pessoas já haviam ido embora restando poucos parentes. Esse fato gira em torno de meu tio. Ele tem 51 anos. É casado. Parrudo. O típico macho. Até então eu não sabia que ele tinha interesses diferentes. 
Já era por volta das 15:00 quando minha avó pediu que eu fosse acorda-lo para posteriormente eu cortar o cabelo dele. Ele estava dormindo na cama dela. Ele tinha bebido, mais já estava bem só muito cansado. Eu o acordei e ficamos conversando eu sentado na beira da cama de casal e ele deitado. 
Como eu estava na beira da cama escorreguei e quase caí. Quando eu me levantei esbarrei o braço no pau dele e senti durão. Ele virou o corpo mais pra o meu lado e eu passei o cotovelo pra ver se era o pau dele mesmo. E nisso ficou um tempinho. 
Ele fingiu que voltou a dormir. E eu esfreguei o cotovelo tendo certeza de que era o pau dele. 
Eu acreditei que ele realmente havia caído no sono de novo e voltei a chamar toquei no seu rosto e fui descendo minha mão e parando no seu abdômen. Ele me olhou nos olhos e pegou minha mão e colocou em cima do pau dele mesmo apertando pra eu sentir.
Eu fui logo abrindo a sua bermuda junto com ele e chupando seu pau de 16cm grosso e branco da cabeça roxa enquanto ele alisava meus cabelos. Tinha um bom tempo que minha avó mandou eu acorda-lo e pediu que minha mãe viesse nos chamar. E veio junto com ela. 
Elas quase nos pegaram. Pois nem nos preocupamos em fechar à porta ela estava só encostada. Meu tio viu a sobra delas na fresta da porta e colocou um lençol pra cobrir o pau. Isso porque a cama fica de frente para a porta e eu estava de costas. E se ele não notasse elas teriam visto. 
Elas conversaram conosco e saíram do quarto nos deixando novamente sozinhos.
Ele se levantou e ficou atrás da porta e eu voltei a chupa-lo. Ele não demorou muito e gozou na minha boca. Eu cuspi tudo nele pois tenho nojo de goza na boca. Ele se limpou e saímos do quarto. 
Nesse dia não rolou penetração. 
Eu só chupei ele. 
Mais é como eu digo é melhor uma brincadeira bem feita do que uma atividade mal executada. 
Mais isso foi só o começo do nosso caso. Em breve contarei outras aventuras que vivemos juntos. 
Espero que tenham gostado. Votem. Comentem e leiam meus outros relatos .
Beijinhos e uma deliciosa punheta.

CACETÃO BRANCO JORRANDO LEITE

TOMANDO LEITINHO PARA DORMIR

OI LEITORES, O RELATO DE HOJE É FRESQUINHO, DE ONTEM A NOITE. TENHO UM SOBRINHO, NA VERDADE SOBRINHO DA MINHA ESPOSA, QUE VEIO PASSAR UNS DIAS AQUI E CONHECER O PRIMINHO MAIS NOVO. ( ELE É FILHO DE UMA IRMÃ DA MINHA ESPOSA).
ELE SE CHAMA TÉO, É INGRESSO DA AERONÁUTICA E É TODO GOSTOSINHO. TÉO TEM 21 ANOS ( EU TENHO 30), ELE TEM CERCA DE 1,83 DE ALTURA, É BRANQUINHO DOS CABELOS CASTANHOS, OLHOS VERDES, CERCA DE UNS 80 KG BEM DISTRIBUÍDOS, BARRIGA CHAPADA, COXAS GROSSAS, E O MELHOR UM PAU DE 21 CM, GROSSO, CABEÇUDO, LISINHO. ( EU PUDE CONFERIR).
...ONTEM TARDE DA NOITE ESTÁVAMOS NA SALA VENDO UM FILME. MINHA ESPOSA E AS CRIANÇAS JÁ TINHAM IDO DORMIR! EU E O TÉO FICAMOS.
AQUI EM POA ESTÁ FAZENDO UM FRIO A NOITE, TIVE QUE LIGAR O AQUECEDOR. O GURI ESTAVA DE BLUSÃO E CALÇÃO DE FUTEBOL, COM AQUELAS PERNAS A MOSTRA. EU FIQUEI OLHANDO MUITO PARA O VOLUME QUE TINHA NO MEIO DAS PERNAS DELE E ACHO QUE ELE PERCEBEU.
ELE TIROU O BLUSÃO E DEIXOU MAIS A MOSTRA O VOLUME NO CALÇÃO QUE ELE ESTAVA. EU ESTAVA NO OUTRO SOFÁ SÓ OBSERVANDO E SALIVANDO. ELE ERGUEU UMA PERNA E POR CIMA DO CALÇÃO FICOU ALISANDO O PAU, QUE LOGO DEU SINAL DE VIDA E FICOU BEM DURÃO.
ELE DEU MAIS UMA APERTADA NO PAU E FALOU:
T: TIO QUE PORRA, ME DEU UM PUTA TESÃO, OLHA COMO MEU PAU FICOU? ( SEGUROU NELE BEM FORTE AINDA NO CALÇÃO).
EU ( ADROALDO): NA TUA IDADE EU TAMBÉM TINHA EREÇÕES DO NADA.
T: EU PRECISO DESCARREGAR, DERRETER MEU LEITE. MEU PAU CHEGA ESTÁ DOENDO. ( E JÁ FOI TIRANDO O PAU DO CALÇÃO E BALANÇANDO ELE).
MEIO QUE NO SUSTO ME AJEITEI NO SOFÁ PARA APRECIAR AQUELE CARALHO E LAMBI OS BEIÇOS, MEIO QUE FAZENDO SINAL DE DELICIOSO. MEU SOBRINHO COM UM AR SAFADO FALOU:
T: TIO GOSTOU DO BRANQUINHO AQUI? VAI FICAR SÓ OLHANDO MEU CARALHO OU VAI CAIR DE BOCA NELE?
EU LEVANTEI DE ONDE EU ESTAVA, ME POSICIONEI NO MEIO DAS PERNAS DELE. COMECEI BEIJANDO A CABEÇA DO PAU DELE, DEPOIS AS BOLAS ATÉ COLOCAR TODO O CACETE DELE NA MINHA BOCA. O GURI SE CONTORCIA E GEMIA BAIXINHO. ESTAVA UMA DELÍCIA, CHUPEI POR UNS POUCOS MINUTOS, ELE COMEÇOU A FODER MINHA BOCA BEM RÁPIDO E ANUNCIOU O GOZO. NESSA HORA FOMOS INTERROMPIDOS POR UM BARULHO QUE VINHA DA COZINHA. ERA UMA DAS BABÁS DAS CRIANÇAS QUE MORA AQUI COM NOSCO. MEU SOBRINHO GUARDOU O PAU NO CALÇÃO E MELECOU TODA A CUECA. A BABÁ NÃO VIU NADA.
PASSADO O SUSTO, MEU SOBRINHO FALOU:
T: VEM AQUI TITIO, TEM QUE DEIXAR MEU PAU LIMPINHO!
EU FUI, OBEDIENTE. CHUPEI TODO O PAU DELE ATÉ FICAR LIMPINHO. O PAU DELE FICOU DURO OUTRA VEZ E EU CONTINUEI COM ELE NA BOCA, ESTAVA COM GOSTO DE PORRA ( EU ADORO), EU CHUPAVA COM MAIS VONTADE, A EXTENSÃO, AS BOLAS, A CABEÇA DO PAU DELE. ELE PEDIU PARA EU FICAR DE 4 E ATOLOU O PAU DE UMA VEZ NO MEU CÚ. BOMBOU POR UNS DOIS MINUTOS, PERGUNTOU A ONDE EU QUERIA QUE ELE DERRETESSE, EU DISSE NA BOCA. ELE SOCOU O PAU NA MINHA BOCA E DERRETEU/GOZOU MUITO, QUASE ME ENGASGOU...
COMBINAMOS DE HOJE A TARDE IR NUM MOTEL QUE ELE QUER ME DAR UMA SURRA DE PAU. EU VOLTO PARA CONTAR COMO FOI LÁ

PUNHETA BEM GOSTOSA PAUZÃO UNCUT

CONTOS GAY - VIAJANDO PARA NATAL/RN COM O MEU TIO

Boa noite, eu me chamo José, tenho 22 anos, 1,73 de altura, 73kg, treino musculação, curto uma boa putaria e to sempre a caça. Eu já havia me apresentado no conto anterior, mas como são de seguimentos diferentes, to me apresentando novamente. Por ser muito discreto e curioso e vim de uma família absurdamente grande, eu tenho alguns relatos pra contar pra vocês!
Minha família materna é enorme e no final do ano sempre costumam viajar, combina toda a família, alugam uma casa e vai todo mundo. No final do ano de 2014 combinamos de ir pra Natal, todos foram no dia 28, pra voltar só após a virada, eu e tio Felipe só podíamos viajar no dia 30 devido a alguns compromissos e combinamos então de irmos juntos na madrugada de 29 pra 30. Tio Felipe é o irmão mais novo de minha mãe, com 28 anos, na época com 25 anos, branco, magro, 1,75 de altura, óculos daqueles bem tradicionais, era um cara comum, mas bastante charmoso, Felipe havia acabado de sair de um casamento que com o tempo de relacionamento eram por volta de 8 anos, solteiro a 3 meses, tio Felipe já emendou em um relacionamento com uma amiga da família, ela mais nova com seus 19 anos, evangélica, muito bonita.
ÀS 05 da manhã do dia 30 meu tio buzina lá em casa e eu meio acordado saiu de casa, o cumprimento, coloco a mala no bagaceiro e já entro no banco do passageiro. Ao entrar no carro, ele comenta:
         FELIPE: Zé, vou só ali na casa da Lorena me despedir e a gente já segue viagem. Eu meio sonolento só aceno com a cabeça positivamente.
Já na calçada da casa de sua namorada, ele sai do carro e ela já estava o aguardando, eles dão alguns beijos, conversam algo que eu não consigo escutar e ele volta ao carro, quando ele abre a porta do carro pra entrar, ela pergunta algumas coisas e ele fica entre a porta e o carro em pé eu no mesmo instante noto um certo volume em seu calção da adidas, eles se despedem e logo ele entra no carro pra seguirmos viagem. Ver o volume do meu tio me despertou o sono, começamos a conversas sobre diversas coisas, em grande parte sobre a viagem e trabalho. Seria uma viagem longa de 28 horas. Seguimos viagem e em alguns momentos da viagem eu o percebia que algo o incomodava, ele vez ou outra dava uma apertada no pau, outras vezes até enfiava a mão dentro e o ajeitava. Já por volta do meio dia, resolvemos parar nesses restaurantes que lotam de caminhoneiros no meio da estrada. Ao descer, meu tio fala:
         FELIPE: Ei, to meio apertado vou lá no banheiro, pede ai algum prato pra gente pra ir adiantando que eu já volto.
         EU: Beleza, mas volta logo que eu to apertado também. Ele seguiu para o banheiro e eu fui adiantando o pedido.
Tio Felipe voltou rápido, deve ter dado só uma mijada e lavado as mãos, assim que ele volta eu só falo:
         EU: Sai em 15 minutos, pedi um baião com uma maminha no ponto. E segui pro banheiro.
Chegando ao banheiro, percebo que está vazio e resolvo então entrar no reservado que ficava enfrente aos chuveiros, divididos apenas nas laterais e sem porta na frente, fecho o reservado e começo a mijar, enquanto to mijando escuto alguém entrando, ao terminar eu me dirijo as pias pra lavar a mão, onde recebo um:
          CAMINHONEIRO: Boa tarde, sol quente né macho, vai ser o jeito tomar um banho.
          EU: Verdade, tá um inferno essa estrada.
Ao falar isso, continuo lavando minhas mãos, rosto e cabelo, tudo pra enrolar e ganhar um pouco de tempo. O cara se dirigi a uma especie de banco grande que tinha entre os chuveiros e reservados e começa a se despir, vai tirando a roupa sem muito mistério, até ai normal, eu fico o observando pelo espelho grande que tem nas pias, tentando disfarçar, acredito que sem sucesso. Ele tirava a roupa meio que de lado, virado pro chuveiro, ao ficar de cueca se virou de frente pro espelho e baixou a cueca, seu pau parecia estar meia bomba, segurou o pau, sorriu pra mim e entrou no ultimo chuveiro. Meu coração nessa hora acelerou e eu não sabia o que fazer, se eu tivesse sozinho, atacaria sem medo, mas com meu tio tão próximo, fiquei com bastante receio. O tesão falou mais alto e eu resolvi ir aos mictórios que ficavam ao final do banheiro, de frente para os espelhos, do mictório eu tinha a visão perfeita do seu chuveiro e ele se exibia a todo vapor pra mim, fingia lavar a pica até ela ficar dura, sorria pra mim e eu sorria pra ele e ficamos nessa por alguns segundos, após se exibir ele fala:
          CAMINHONEIRO: É rapaz, vida de estrada é difícil, longe da mulher, muita puta atrás do dinheiro do caba, punheta cansa e não é tão bom como um buraquinho apertado, né?
          EU: Até parece, um caba novo e bonitão como você, só não fode todo dia se não quiser e rir.
Ele dá uma olhada na porta e ver que não tem ninguém e sai pelado com a vara totalmente dura e entra no reservado enfrente ao seu chuveiro. Paulo, tinha 27 anos, aquele corpo branco queimado do sol, com o corpo magro e definido devido ao trabalho braçal e um rosto muito bonito, se recebesse um banho de loja, se tornaria um garanhão mesmo. Voltando ao relato, Paulo começa a se masturbar e a me encarar e fala:
          CAMINHONEIRO: E ai, vai ficar só olhando mesmo?
Não resisto e entro no reservado, logo ele fica de lado com água escorrendo por todo corpo e eu fecho a porta e já pego no seu pau, começo a bater uma pra ele e fico ali por alguns segundos, o pau dele era um pau de uns 20 cm, mas fino, com veias grossas e saltadas no seu pau, não era aquele pau bonito, mas muito gostoso. Após ficar um tempo socando uma pra ele, ele comenta:
          CAMINHONEIRO: Macho, to a uns dias só na mão e tu não vai me dá nenhuma mamada? chupa ai vai, por favor.
Eu fiquei meio receoso, mas ele insistiu com aquela de macho louco de tesão e pidão e eu não resisti, me abaixei um pouco e comecei a chupar seu pau meio que desajeitado devido ao pouco espaço, e fiquei engolindo a cacete todo, ele começa a foder minha boca rápido e eu escuto:
          FELIPE: Zé, cadê tu, a comida chegou macho.
Caralho, era meu tio, eu havia esquecido completamente, estava tão entregue ao tesão que esqueci completamente e perdi a noção de quanto tempo estava ali. O Paulo rapidamente tira seu pau da minha boca e começou a gozar dentro do vaso enquanto eu respondi:
             EU: Já vai, tio. E continuei a observar aquele homem com a cara de tesão exalando e terminando sua gozada, ao terminar saiu do reservado sem dá uma palavra e voltou pro seu banho, eu me ajeitei e sai dai, muito desconfiado e com medo do meu tio ter sacado algo.

CONTINUA..

CARALHO ENORME ESPORRANDO

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